Acolhimento, escuta e mediação de questões, angústias e litígios entre casais. Manejo clínico objetivo e funcional.
Nem todo conflito é ruptura — alguns são pedidos de leitura mais profunda. Estes são alguns dos motivos que costumam trazer casais ao consultório.
Discussões que se repetem, mal-entendidos crônicos, sensação de falar línguas diferentes.
Convivência sem intimidade, frieza, sensação de morar com um estranho.
Mudança, chegada de filhos, perda de emprego, luto — momentos em que o casal precisa se reorganizar.
Quando o casal precisa decidir junto algo que mexe com história, valores e identidade.
A mesma briga que volta de tempos em tempos, dinâmicas inconscientes que insistem em se reencenar.
Espaço de elaboração para o casal entender o que quer construir — junto ou em caminhos separados.
Na leitura junguiana, o casal não é apenas a soma de duas pessoas: é um terceiro corpo psíquico, com vida própria, com sombra própria. Trabalhar esse vínculo é dar voz ao que os dois construíram juntos — e ao que ainda não foi dito.
A escuta é objetiva e funcional. O manejo clínico não toma partido, não julga, não força reconciliação. Cria condições para que o casal possa enxergar o que se repete, o que precisa ser nomeado, e o que pode ser ressignificado.
"O encontro de duas personalidades se assemelha ao contato entre duas substâncias químicas: se há alguma reação, ambas se transformam." — C. G. Jung
Primeiro encontro para entender o momento do casal, o que trouxe ao consultório e o que cada um espera do processo. Sem julgamento.
Identificamos juntos os padrões, os pontos de tensão e as projeções inconscientes que movimentam o vínculo.
Manejo objetivo de litígios e angústias — abrindo espaço para que cada um possa ser ouvido e responder ao outro a partir de um lugar mais consciente.
O casal sai do automatismo e ganha clareza sobre o que quer sustentar, ressignificar ou transformar — incluindo, se for o caso, a decisão de seguir separados.
O ideal é começar com os dois presentes. Em alguns casos pode fazer sentido uma sessão inicial individual com cada um, antes de seguir junto — isso é combinado caso a caso.
Sim. O atendimento online funciona muito bem para casais — inclusive quando os dois estão em cidades ou países diferentes. Atendo brasileiros no exterior regularmente.
Serve para sair do automatismo e fazer essa decisão de forma elaborada. Não há agenda de "salvar" ou "encerrar" o relacionamento — o trabalho é dar ao casal condições de escolher conscientemente.
Varia muito. Algumas situações se reorganizam em poucos meses; outras pedem um trabalho mais longo. Definimos juntos o ritmo, com revisões periódicas.
Atendimento online e presencial em São Paulo — Butantã e Perdizes.
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