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Relacionamentos e Insatisfação

Investigamos insatisfações, repetições relacionais, dores profundas, marcas do passado, baixa autoestima.

Quando o vínculo fere

Insatisfação não é fraqueza — é informação. Muitas vezes, ela sinaliza que o lugar que ocupamos nos vínculos pede revisão. Estes são alguns dos pontos que costumam aparecer.

Insatisfação crônica

Sensação persistente de que algo está faltando, mesmo quando aparentemente não falta nada.

Repetições relacionais

Os mesmos tipos de parceiros, os mesmos conflitos, o mesmo final — em pessoas diferentes.

Dores profundas

Feridas antigas que se reativam em situações novas, mesmo quando você acha que já elaborou.

Marcas do passado

Histórias familiares, traumas, perdas e abandonos que ainda organizam o presente sem você perceber.

Baixa autoestima

Voz interna depreciativa, dificuldade de receber afeto, sensação crônica de não ser suficiente.

Limites diluídos

Dificuldade de dizer não, anular-se em vínculos, deixar de existir para que o outro caiba.

O que se repete tem o que ensinar

Na leitura junguiana, o que repete tem mensagem. Os vínculos insatisfatórios costumam ser, em parte, encenações de algo interno que ainda pede atenção — projeções, identificações com figuras antigas, partes da psique esperando para ser integradas.

O trabalho não é diagnóstico — é elaboração. Cuidamos das marcas do passado, da imagem que você tem de si, e da história que vem sendo escrita nos vínculos. A meta não é encontrar o outro perfeito; é se encontrar de outro jeito.

"Tudo o que nos irrita no outro pode nos levar a uma compreensão de nós mesmos." — C. G. Jung

História afetiva

Mapeamos suas relações importantes — passadas e atuais — e o lugar que você costuma ocupar nelas.

Investigação do que repete

O padrão tem nome, contorno e raiz. Trabalhamos para dar voz ao que se reedita inconscientemente.

Cuidado com a ferida

Há marcas que precisam ser tocadas com tempo. O cuidado clínico abre espaço para ressignificar o que doeu.

Reconstrução da autoimagem

Recuperar autoestima é construir uma relação interna nova — mais firme, mais gentil, mais real.

O que perguntam antes da primeira sessão

Estou sozinho(a) hoje. Faz sentido fazer terapia sobre relacionamentos?

Faz total sentido. Muitas vezes o trabalho mais profundo sobre vínculos acontece justamente fora deles — você consegue se ver com mais clareza quando não está reagindo a uma situação ativa.

Vou ter que falar da minha família?

Em algum momento, provavelmente sim — a história familiar costuma aparecer nos padrões adultos. Mas não há roteiro: falamos do que faz sentido falar, no ritmo que faz sentido para você.

Já fiz outras terapias. O que muda na abordagem junguiana?

A psicologia analítica acrescenta uma camada simbólica — sonhos, mitos, padrões arquetípicos — que dá outra dimensão ao mesmo material. Não substitui o que já foi feito; aprofunda.

Posso falar sobre orientação sexual e identidade de gênero abertamente?

Sim, sempre. O consultório é espaço seguro, sem julgamento e sem moralismos. Toda subjetividade tem lugar.

Vamos conversar?

Atendimento online e presencial em São Paulo — Butantã e Perdizes.

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