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Ansiedade, angústia e vazio

Pensamentos intrusivos. Repetição de padrões e frustrações recorrentes. Temas obsessivos. Perda de sentido.

Quando a psique pede leitura

A ansiedade não é só um problema a ser silenciado. Costuma apontar para algo que está sendo evitado, adiado ou não simbolizado. Estes são os contornos com que aparece no consultório.

Pensamentos intrusivos

Ideias que voltam mesmo quando você não quer pensar nelas — ruminação, preocupação em loop.

Crises de angústia

Sensação física de aperto no peito, falta de ar, pavor sem causa aparente.

Padrões que se repetem

As mesmas situações, as mesmas pessoas, as mesmas frustrações — em ciclos.

Temas obsessivos

Uma ideia, uma pessoa, um medo que ocupam um espaço desproporcional na vida psíquica.

Perda de sentido

Coisas que antes alimentavam deixaram de alimentar. Vazio que não responde a estímulo externo.

Insônia e cansaço crônico

Corpo em alerta, dificuldade de descansar, fadiga que não passa com sono.

O sintoma como mensageiro

A psicologia analítica não trata o sintoma apenas como algo a ser eliminado. Ele é também uma comunicação — uma forma de a psique avisar que algo precisa ser visto, integrado ou transformado.

Ansiedade, angústia e vazio costumam ser pontas visíveis de movimentos mais profundos: um conteúdo inconsciente pedindo passagem, um padrão antigo que se desgastou, uma vida em desencontro com algo essencial. A escuta clínica trabalha esses dois planos.

"Não há despertar de consciência sem dor." — C. G. Jung

Acolhimento do sintoma

Espaço para descrever o que se sente sem precisar racionalizar de imediato. Ouvir o que o sintoma comunica.

Investigação dos padrões

Mapeamos juntos o que se repete, quando aparece, com quem, em que momentos. Sintomas têm gramática.

Trabalho com material inconsciente

Sonhos, sincronicidades, imagens, lembranças que voltam — material que aponta para o que pede integração.

Reorganização interna

O sintoma deixa de ser inimigo e vira pista. A vida ganha contornos mais autênticos e o vazio passa a ter direção.

O que perguntam antes da primeira sessão

Já faço uso de medicação. Posso fazer terapia junguiana ao mesmo tempo?

Pode. A psicanálise junguiana não substitui acompanhamento psiquiátrico e os dois trabalhos são complementares. Mantemos diálogo respeitoso com seu psiquiatra quando for o caso.

Quanto tempo demora para sentir alguma diferença?

Cada processo é único. Em geral, os primeiros meses já trazem mais nomeação e clareza sobre o que se passa. A transformação mais profunda costuma se dar em médio e longo prazo.

Eu não lembro dos meus sonhos — isso é um problema?

Não. O trabalho com sonhos é uma das ferramentas, mas não a única. Imagens, lembranças, repetições e movimentos do dia também são material valioso.

É possível fazer só algumas sessões para entender o que está acontecendo?

Sim. Algumas pessoas chegam para um período breve de elaboração; outras seguem por um percurso mais longo. Combinamos isso na primeira conversa.

Vamos conversar?

Atendimento online e presencial em São Paulo — Butantã e Perdizes.

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